
Adicional de Periculosidade para Motociclistas: Entenda os Direitos e Deveres
O uso de motocicletas como ferramenta de trabalho voltou ao centro das atenções após a regulamentação definitiva do adicional de periculosidade para trabalhadores que exercem suas atividades sobre duas rodas. Embora o benefício já estivesse previsto desde 2014 pela Lei Federal nº 12.997, uma atualização promovida pelo Ministério do Trabalho e Emprego em 2026 consolidou as regras e esclareceu quem tem direito ao adicional de 30% sobre o salário-base.
De acordo com a norma, o benefício é destinado aos empregados com carteira assinada que utilizam motocicletas de forma habitual em vias públicas durante a execução de suas atividades profissionais. O adicional corresponde a 30% do salário-base do trabalhador. Entre os profissionais contemplados estão motoboys, mototaxistas, motofretistas e entregadores que utilizam motocicletas regularmente para desempenhar suas funções.
No entanto, o direito não é automático para qualquer pessoa que conduza uma moto. A regulamentação exclui trabalhadores que utilizam motocicletas apenas em áreas privadas, como condomínios, galpões, empresas ou rodovias particulares. Também não têm direito ao benefício aqueles que utilizam o veículo por períodos considerados extremamente reduzidos.
Para entender melhor sobre os direitos e deveres relacionados ao adicional de periculosidade, é importante buscar informações atualizadas e confiáveis. Além disso, empresas e trabalhadores podem se beneficiar de cursos de formação na área de segurança do trabalho, como a Pós-graduação em Saúde e Segurança do Trabalho, ou o Curso SEJA UM Supervisor de Segurança, que podem ajudar a esclarecer dúvidas e garantir o cumprimento das normas de segurança.
Outros cursos relevantes incluem a Pós-graduação em Higiene e Segurança do Trabalho e a Pós-graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho, que oferecem uma formação completa para profissionais da área.
Em resumo, o adicional de periculosidade para motociclistas é um direito importante que visa reconhecer os riscos inerentes à atividade desempenhada por esses profissionais. É fundamental que empresas e trabalhadores estejam cientes das regras e regulamentações para garantir o cumprimento das normas de segurança e evitar problemas legais.
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O uso de motocicletas como ferramenta de trabalho voltou ao centro das atenções após a regulamentação definitiva do adicional de periculosidade para trabalhadores que exercem suas atividades sobre duas rodas. Embora o benefício já estivesse previsto desde 2014 pela Lei Federal nº 12.997, uma atualização promovida pelo Ministério do Trabalho e Emprego em 2026 consolidou…