Muito Além do Burnout: O Presenteísmo, o Custo Invisível que Ainda Assombra Colaboradores

O principal desafio da gestão de pessoas hoje pode não estar em quem falta ao trabalho, mas sim em quem comparece sem condições de produzir. É o chamado presenteísmo — o ato de trabalhar estando adoecido —, um fenômeno que custa caro para as organizações e que muitas vezes passa despercebido pelas lideranças.

De acordo com Fatima Macedo, psicóloga e CEO da Mental Clean, o presenteísmo é muito mais nocivo para uma empresa do que o absenteísmo. Ela alerta que a maioria dos gestores só percebe o problema quando o colaborador atinge o nível vermelho do esgotamento — o Burnout.

Para identificar o presenteísmo, os líderes devem estar atentos a sinais sutis, como falta de conexão, queda leve na qualidade e prazos, e mudanças comportamentais. Muitos funcionários escondem o adoecimento por medo de demissão ou devido à cultura de alta pressão e equipes reduzidas para grandes demandas.

Para combater o presenteísmo, as empresas devem investir em cursos de formação na área de saúde e segurança do trabalho, como a Pós-graduação em Saúde e Segurança do Trabalho, a Curso SEJA UM Supervisor de Segurança, a Pós-graduação em Higiene e Segurança do Trabalho e a Pós-graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho.

A nova NR-1 força o ambiente corporativo a agir de forma preventiva contra os gatilhos de adoecimento emocional, como carga excessiva de trabalho e prazos impraticáveis. As empresas devem monitorar e cruzar indicadores de curto e médio prazo, como métricas internas, clima e retenção, e governança, para mensurar se as ações estão surtindo efeito sem transformar o ambiente em um sistema de vigilância excessiva.

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O principal desafio da gestão de pessoas hoje pode não estar em quem falta ao trabalho, mas sim em quem comparece sem condições de produzir. É o chamado presenteísmo — o ato de trabalhar estando adoecido —, um fenômeno que custa caro para as organizações e que muitas vezes passa despercebido pelas lideranças. De acordo…

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